Caso de Sucesso da Aegon Santander Portugal

Por BI4ALL

A Empresa

A Aegon Santander Portugal é constituída por duas sociedades, a Aegon Santander Portugal Vida, Companhia de Seguros de Vida, S.A. e a Aegon Santander Portugal Não Vida, Companhia de Seguros, S.A., que iniciaram a atividade comercial em janeiro de 2015. As duas sociedades partilham acionistas, órgãos sociais, estrutura interna, bem como alguns processos.

A equipa é jovem e dinâmica e rege-se por quatro pilares fundamentais: Proximidade, Transparência, Foco no Cliente e Excelência.

Ao longo destes primeiros seis anos de atividade, a empresa tem atingido os objetivos definidos, mantendo uma estratégia que aposta no foco nos clientes, aliada a uma oferta de produtos inovadores, comercializados através de um adequado modelo de distribuição, sustentado na multicanalidade que permite que a Aegon Santander Portugal chegue de forma mais flexível e cómoda aos clientes.

De forma a responder às necessidades dos clientes, ao longo dos anos a empresa tem vindo a alargar a oferta comercial.

Atualmente, comercializa uma vasta gama de produtos de proteção de riscos de morte e invalidez, com mais de meio milhão de clientes que confiam na Aegon Santander para segurar o que lhes é mais precioso, com um conjunto alargado de coberturas e serviços complementares, de proteção de acidentes, saúde e multirriscos habitação, que representam cerca de 1 milhão de Apólices.

O Desafio

Na Aegon Santander Portugal, o acesso aos dados por parte das equipas era moroso e complexo, isto porque as bases de dados não estavam estruturadas.

Esta situação dificultava muito o acesso aos dados por parte das equipas, que tinham de consultar diretamente os sistemas fonte, agregando com informação proveniente de fontes externas. Acrescia ainda a complexidade técnica de fazer extrações de informação diretamente dos sistemas core e o desafio adicional de conseguirem dar o assurance que todos os estudos e análises realizadas pelos diversos departamentos tinham por base as mesmas fontes de informação.

Com o crescimento do negócio, aliado ao natural aumento do histórico e da granularidade ao nível dos dados surge a necessidade de um projeto.

Para além disso, a Responsável de Implementação de IFRS17 da Aegon Santander Portugal, Sílvia Rocha, enumera outras razões importantes que serviram de ponto de partida, tais como: “a necessidade de termos uma base de dados estruturada, que compile toda a informação dos sistemas core e de todas as fontes externas das nossas companhias, facilitando o trabalho dos nossos colaboradores no acesso a uma fonte única de informação; e a implementação da nova norma de relato financeiro (IFRS 17), que exige a realização de diversos cálculos, executados por diferentes motores de cálculo, com base num universo muito alargado e granular de dados”.

Nesse sentido foram envolvidas as direções de Tecnologia e Operações, Financeira, Técnica e de Produtos, Gestão de Risco e Controlo Interno.

É importante ainda realçar que, apesar de ter sido a implementação da IFRS 17 que despoletou a urgência deste projeto de construção do DataLake, é objetivo da Aegon desenvolver camadas de Analytics que permitam um acesso rápido, fácil e ágil aos dados por parte de todos os colaboradores, uma situação que facilitará muito o dia-a-dia dos colaboradores que se apresentam já muito entusiasmados e expectantes com estas melhorias significativas.

A Solução

Embora o projeto ainda esteja a decorrer, a Aegon antecipa que “irá trazer inúmeros benefícios para as nossas companhias, nomeadamente na otimização e simplificação dos processos de consulta de dados e no nosso futuro processo de fecho de contas mensal em âmbito IFRS 17”.

Para além de uma maior agilidade no acesso aos dados, isto representa processos mais simples, rápidos e flexíveis.

Além disso, no futuro a Aegon Santander Portugal pretende implementar uma solução de Analytics sobre o DataLake, que permita uma consulta mais fácil e dinâmica dos dados, extensível a todos os colaboradores.

Com esta implementação, as análises desenvolvidas pelos diversos departamentos serão realizadas de forma mais ágil. “O princípio basilar sobre o qual iniciámos o projeto é que todos os estudos realizados na empresa, nomeadamente, análises de tarifação e de viabilidade económica dos produtos, análise financeiras, estudos de suporte a decisões estratégicas de Marketing, análises de indicadores de gestão, entre outras, passem a ser realizados com base nesta solução”, explica Sílvia Rocha.

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