Future of Intelligence- Resumo Webinar

Até 2023, as empresas que procurarem monetizar os benefícios das novas tecnologias associadas à inteligência, vão investir mais de 265 biliões de dólares, a nível mundial, tornando a analítica de decisões de negócios ao nível da transformação digital e a IA uma ponte para a inovação digital.

Até 2023, as empresas que procurarem monetizar os benefícios das novas tecnologias associadas à inteligência, vão investir mais de 265 biliões de dólares, a nível mundial, tornando a analítica de decisões de negócios ao nível da transformação digital e a IA uma ponte para a inovação digital.

Os dados são do «IDC FutureScape: Worldwide Data, Integration, and Analytics 2020 Predictions» e dão maior peso à ideia de que o paradigma “Future of Intelligence” veio para ficar, suportando um conceito mais vasto de FoW. Conceitos debatidos em mais um webinar organizado pela IDC Portugal sob o lema «Future of Intelligence – Response to COVID-19».

Silvia Piai, research director, IDC Health Insights Europa lembrou que antes da pandemia COVID-19 a necessidade de modernização tecnológica era assumida como algo de longo prazo, mas agora “verifica-se uma necessidade de acelerar a implementação destes projetos nas empresas” já que “apenas os dados de elevada qualidade vão ser capazes de suportar os negócios neste novo contexto”. Ao nível da saúde publica, por exemplo, este paradigma “trouxe claras vantagens, com os hospitais a terem maior e melhor perceção do tipo de produtos que necessita e a quem se destinam”.

David Jardim, da Axians, lembra que as empresas “possuem muitos dados, mas têm ainda dificuldade em extrair informação de qualidade por falta de ferramentas próprias”. Tiago Ribeiro, da NOS, deixou um exemplo da forma como os dados podem ser trabalhos, em prol da comunidade, mas com a devida segurança: “Com base nos saltos entre antenas, conseguimos determinar grandes tendências de mobilidade em Portugal durante a pandemia”. E, por exemplo, foi possível perceber “que nas áreas com maior população idosa, foi onde se registou uma maior resistência a permanecer em casa”. Ramsés Gallego, da Micro Focus, lembrou que “as máquinas não lutam contra os dados, antes tiram proveito deles” pelo que as empresas “devem também abraçar a tecnologia e implementá-la nos seus negócios”.

Do setor da Saúde, chega-nos a certeza da importância extrema dos dados para uma correta tomada de decisão por via de uma oferta data driven, lembrou Francisco Nuno Gonçalves, da Luz Saúde. Ricardo Gonçalves da Fidelidade reforçou a importância deste tipo de infraestrutura data driven na sua empresa e no Turismo o poder da inteligência e dos dados no Pestana Hotel Group vem ajudar a reforçar a confiança no pós-COVID.

Gabriel Coimbra, vice-presidente para a EMEA e country manager da IDC Portugal deixou no ar a importância de se implementar uma maior cultura de dados e cada vez mais digital, para conseguir responder à nova realidade e aos diferentes desafios relacionados com saúde pública, turismo ou privacidade.